segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Gerónimo Stilton visita a nossa Biblioteca



Esteve em várias escolas do Agrupamento Gerónimo Stilton numa apresentação da editora Presença uma sensibilização e promoção da leitura desta colecção que tem aventuras que perpassam a pré história até a atualidade. Não esquecendo o nosso Vasco da Gama que também serve de enredo a uma das mais interessantes aventuras, a única por terras lusas. Gerónimo apresentou-se vestido a rigor deleitando pequenos e mais graúdos nestas aventuras com cheiro a queijo. Claro que houve espaço para conhecer as personagens desta aventura, para recordar aventuras e peripécias e cobiçar o seu autógrafo. 


Ditados Populares Portugueses...


A ambição cerra o coração
A pressa é inimiga da perfeição
Águas passadas não movem moinhos
Amigo não empata amigo
Amigos amigos negócios à parte
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
A união faz a força
A ocasião faz o ladrão
A ignorância é a mãe de todas as doenças
Amigos dos meus amigos, meus amigos são
A cavalo dado não se olha a dente
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
Antes só do que mal acompanhado
A pobre não prometas e a rico não devas.
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
A necessidade aguça o engenho
A noite é boa conselheira
A preguiça é mãe de todos os vícios
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
A pensar morreu um burro
A roupa suja lava-se em casa
Antes só que mal acompanhado
Antes tarde do que nunca
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
As palavras voam, a escrita fica
As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
Até ao lavar dos cestos é vindima
Água e vento são meio sustento
Boi velho gosta de erva tenra
Boca que apetece, coração que padece
Baleias no canal, terás temporal
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
Boda molhada, boda abençoada
Burro velho não aprende línguas
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
Cada cabeça sua sentença
Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
Casa roubada, trancas à porta
Casarás e amansarás
Criou a fama, deite-se na cama
Cada qual com seu igual
Cada ovelha com sua parelha
Cada macaco no seu galho
Casa de ferreiro, espeto de pau
Casamento, apartamento
Cada qual é para o que nasce
Cão que ladra não morde
Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
Com vinagre não se apanham moscas
Coma para viver, não viva para comer
Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
Candeia que vai à frente alumia duas vezes
Casa de esquina, ou morte ou ruína
Cada panela tem a sua tampa
Cada um sabe as linhas com se cose
Cada caso é um caso
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
Casa onde entra o sol não entra o médico
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
Cesteiro que faz um cesto faz um cento,se lhe derem verga e tempo
Com a verdade me enganas
Com papas e bolos se enganam os tolos
Comer e o coçar o mal é começar
Devagar se vai ao longe
Depois de fartos, não faltam pratos
De noite todos os gatos são pardos
Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
De Espanha nem bom vento nem bom casamento
De pequenino se torce o pepino
De grão a grão enche a galinha o paparrão
Devagar se vai ao longe
De médico e de louco, todos temos um pouco
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
Depressa e bem não há quem
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
Depois da tempestade vem a bonança
Da mão à boca vai-se a sopa
Deus escreve certo,por linhas tortas
Deus ajuda, quem cedo madruga
Dos fracos não reza a história
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Enquanto há vida, há esperança
Entre marido e mulher, não se mete a colher
Em terra de cego quem tem olho é rei
Erva daninha a geada não mata
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão
Em tempo de guerra não se limpam armas
Falar é prata, calar é ouro
Filho de peixe, sabe nadar
Gaivotas em terra, tempestade no mar
Guardado está o bocado para quem o há de comer
Galinha de campo não quer capoeira
Gato escaldado de água fria tem medo
Guarda o que comer, não guardes o que fazer
Homem prevenido vale por dois
Há males que vêm por bem
Homem pequenino ou velhaco ou dançarino
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles
Lua deitada, marinheiro de pé
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
Longe da vista, longe do coração
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
Manda quem pode, obedece quem deve
Mãos frias, coração quente
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
Mais vale cair em graça do que ser engraçado
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto
Madruga e verás trabalha e terás
Mais vale um pé no travão que dois no caixão
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mais vale prevenir que remediar
Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
Muita parra pouca uva
Muito alcança quem não se cansa
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
Muito riso pouco siso
Muitos cozinheiros estragam a sopa
Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
Nuvem baixa sol que racha
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
Nem tudo o que reluz é ouro
Não há bela sem senão
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Não há fome que não dê em fartura
Não vendas a pele do urso antes de o matar
Não há duas sem três
No meio é que está a virtude
No melhor pano cai a nódoa
Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
Nem oito nem oitenta
Nem tudo o que vem à rede é peixe
No aperto e no perigo se conhece o amigo
No poupar é que está o ganho
Não dá quem tem, dá quem quer bem
Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça
O saber não ocupa lugar
Os cães ladram e caravana passa
O seguro morreu de velho
O prometido é devido
O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura
O segredo é a alma do negócio
O bom filho à casa retorna
O casamento e a mortalha no céu se talha
O futuro a Deus pertence
O homem põe e Deus dispõe
O que não tem remédio remediado está
O saber não ocupa lugar
O seguro morreu de velho
O seu a seu dono
O sol quando nasce é para todos
O óptimo é inimigo do bom
Os amigos são para as ocasiões
Os opostos atraem-se
Os homens não se medem aos palmos
Para frente é que se anda
Pau que nasce torto jamais se endireita
Pedra que rola não cria limo
Para bom entendedor meia palavra basta
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
Para baixo todos os santos ajudam
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Patrão fora, dia santo na loja
Para grandes males, grandes remédios
Preso por ter cão, preso por não ter
Paga o justo pelo pecador
Para morrer basta estar vivo
Para quem é, bacalhau basta
Passarinhos e pardais,não são todos iguais
Peixe não puxa carroça
Pela boca morre o peixe
Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quem espera sempre alcança
Quando um não quer, dois não discutem
Quem tem telhados de vidro não atira pedras
Quem vai à guerra dá e leva
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte
Quem sai aos seus não degenera
Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem vê caras não vê corações
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem casa quer casa
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem corre por gosto não cansa
Quem muito fala pouco acerta
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem cala consente
Quem mais jura é quem mais mente
Quem não tem cão, caça com gato
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem não deve não teme
Quem avisa amigo é
Quem ri por último ri melhor
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem não chora não mama
Quem desdenha quer comprar
Quem canta seus males espanta
Quem feio ama, bonito lhe parece
Quem não arrisca não petisca
Quem tem boca vai a Roma
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
Quando um cai todos o pisam
Quanto mais depressa mais devagar
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem boa cama fizer nela se deitará
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem canta seus males espanta
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem nada não se afoga
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não trabuca não manduca
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem parte velho paga novo
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem é vivo sempre aparece
Querer é poder
Recordar é viver
Roma e Pavia não se fez em um dia
Rei morto, rei posto
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Tristezas não pagam dívidas
Uma mão lava a outra
Uma desgraça nunca vem só
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vozes de burro não chegam aos céus
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Parlamento Jovens sessão escola — debate

«Ninguém pode ser privilegiado,  beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.»

( artigo 13º )


terça-feira, 11 de março de 2014

Taize uma experiência que também tu podes Viver...

De 1 a 9 de Março cerca de 140 alunos de EMRC da Diocese de Aveiro viveram uma experiencia de Silêncio e de Encontro em Taize.

As 23 horas da viagem que nos separavam desta experiencia valeram cada segundo. O tom festivo da Oração, a Alegria do encontro, a Partilha confiante do ser de cada um, as tarefas no pequeno grupo e o serviço à comunidade, são momentos que marcam o dia a dia de cada um, neste mundo novo onde todos se sentiam confortavelmente ao lado de outro que nunca tinham visto nem que falava a mesma linguagem.

Cerca de 2000 Jovens, 700 portugueses, 700 franceses e mais alguns pequenos grupos de italianos, belgas, suíços e espanhois... animaram esta vila francesa que os Irmãos de Taize orientam sob a bênção do Irmão Roger.

Da reflexão da Palavra de Deus em grande grupo orientada por um dos irmãos; ao trabalho em pequeno grupo; à oração comum, três vezes ao dia; ao serviço comunitário na cozinha; no lavar da louça, na limpeza das casas de banho; às caminhadas e o tempo de silêncio recheia o ciclo diário que se intervala com momentos de grande festa e animação em qualquer esquina; antes, durante e após as refeições ou no Oiake, espaço onde o brincar em grupo se faz sentir com sorrisos, canções,danças e abraços.

A viagem interior ia acontecendo; as lágrimas vão se libertando, o maravilhamento da palavra renova o coração e a amizade é purificada. A necessidade do silêncio que atira o coração para Deus e impele os olhares a se entrelaçarem para redescobrir o valor do outro. A necessidade de se exigir mais de si próprio e de ser o primeiro a estar disponível pois todos somos indispensáveis na construção da felicidade.

Maravilha das maravilhas este tempo que soube a pouco. Que se multiplicou em amizades e cânticos de louvor a Deus. Sentir o Espírito de Taize é, sem dúvida uma experiência profunda que marca a diferença do hoje e do amanhã... e que se quer repetir, pois sentimos a falta do amor, da entrega, da solidariedade, da alegria, da proximidade com Deus, do encontro com os outros.
Filipe Tavares




Por mais que tenha reclamado, também estou com saudades do francês do "go to bed, no mix, girls go out", já que não é todas as noites que se forma um ajuntamento em volta do caixote do lixo para fazer pasta de atum à meia noite! Amanhã não vou acordar com francesas a maquilharem-se às 7 da manhã, nem vou ver pessoas a barrarem manteiga no pão com um bocado de chocolate, não vou estar numa fila interminável para comer, nem vou apanhar um valente banho a lavar a louça. Não vão haver mais cânticos que preenchem o vazio, nem os silêncios ainda mais importantes. Por mais que queiramos voltar, o que temos de fazer amanhã é sorrir e mostrarmos a todos a razão de termos ido! TAIZÉ!

Guerra ou Paz

Guerra ou Paz

Rui Simões

Dia: Quinta-feira, 24 de Abril
Horário: 10h00

Público: maiores de 12 anos, 3.º Ciclo e ensino secundário do ensino privado e público
Preço: 2€ por aluno | professores: gratuito
Duração: 97 Min.

Informações e reservas: seducativo@teatroaveirense.pt ou pelo telefone 234 400 920 (Ana Génio)

No âmbito do 40º aniversário do 25 de Abril, o Teatro Aveirense apresenta para o público escolar o filme Guerra ou Paz, de Rui Simões. Contaremos com a presença de um historiador, que certamente enriquecerá ainda mais esta sessão.

Sinopse:
Entre 1961 e 1974, 100.000 jovens portugueses partiram para a guerra nas ex-colónias. No mesmo período, outros 100.000, saíram de Portugal para não fazer essa mesma guerra.
Em relação aos que fizeram a guerra já muito foi dito, escrito, filmado. Em relação aos outros, não existe nada, é uma espécie de assunto tabu na nossa sociedade.
Que papel tiveram esses homens que “fugiram à guerra” na construção do país que somos hoje?
Que percursos fizeram? De que forma resistiram?
Esta é a história que Guerra ou Paz pretende contar: a dos jovens que se recusaram a participar numa guerra que não sentiam como sua, sem pôr em questão o seu amor à Pátria. Se há a figura do Soldado desconhecido, este filme pretende retratar esse outro Homem Desconhecido que recusou ser soldado.

Ficha artística / técnica:

Realização | Rui Simões
Direcção de Fotografia | Marta Pessoa
Som | Paulo Cerveira
Montagem | Márcia Costa
Marketing | Fátima Santos Filipe
Direcção de Produção | Jacinta Barros
Produtores | Jacinta Barros E Rui Simões
Produção | Real Ficção

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ser criança… e estar apaixonado é…

 AEO | 4.º Ano - Escrita Criativa  


Apesar de eu ser pequenino e o meu cartão de cidadão não me dar mais do que nove anos e uma altura nunca superior a 1,60m, quando estou a-p-a-i-x-o-n-a-d-o, eu sinto-me um verdadeiro gigante.

Gigante porque o meu coração multiplica o seu tamanho e parece que me sai do peito a uma velocidade supersónica. Os seus batimentos assustam-me porque se transformam em cavalos de corrida prontinhos a chegar à meta.

Em todas as horas, minutos, segundos e microssegundos sinto-me a flutuar numas nuvens fofinhas de algodão doce que me transportam em foguetões para distantes galáxicas.
 Penso sempre na pessoa por quem o meu coração bate mais depressa. Até desconfio que à noite sonho com ela, mas isso não tenho a certeza.

Quero estar com ela, respirar o mesmo ar e acompanhá-la nas suas brincadeiras divertidas.
Na sala de aula, a minha maior felicidade é sentar-me quietinho ao seu lado e poder ver como é organizada, atenta e trabalhadora.

 Nos intervalos, partilharmos os nossos lanches. Por vezes, até me esqueço de comer…

A professora repreende-me pois o meu cálculo mental e o meu raciocínio ficam confusos e os erros ortográficos aumentam. Só nunca me esqueço de escrever corretamente o seu nome.

Gosto de sentir amor, afeto, carinho e alegria quando a acompanho à saída da escola, mesmo que lhe transporta a sua, um pouco pesada, mochila. Por essa pessoa, faço tudo…
Mas, rapidamente desço ao planeta Terra quando vejo os nossos pais à nossa espera.

 Estar apaixonado é…

Alunos do 4 Ano sob orientação da Prof. Fátima Santos

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Mil Leituras


Este é um espaço de partilha de experiências de leitura porque ler é um prazer que deve ser partilhado. É um espaço sobre livros e leitura para todas as idades da responsabilidade da RBEMS (Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais de Seia). Aqui encontras sugestões de leitura, opiniões e comentários de outros leitores, trabalhos realizados pelos alunos de todas as escolas do Concelho e outras informações significativas sobre livros e leitura.

Segue a ligação

e para descobrires Anne Frank...


Boas Leituras...



quarta-feira, 17 de julho de 2013

Hora do Conto!

(2012/2013)

"Gostar de ler: tudo o que oferece imaginação, que vem embrulhada num papel bonito, feito de letras, que dá sabor aos dias de descoberta. Imaginação que faz saltar o sonho, forrado de palavras deliciosas que constroem um castelo fabuloso de Saber."

E assim continua a Hora do Conto, recheada de visitas aos alunos que recebem histórias de braços abertos e com olhitos ávidos, prontos a ouvir e a participar… para depois recontar e… crescer e ser!!!

Foi mais um ano em que, saborosamente, e com prazer, fui, desta vez, até à escola EB1 da Senhora dos Campos e aos Jardins de Infância da Chousa Velha, da Gafanha d'Aquém e de Ílhavo para contar as minhas histórias, que escrevi propositadamente para os pequeninos que me receberam. Fantoches e marionetas na sacola, cenários construídos com bocadinhos de paciência e vontade, acompanharam os meus enredos e fizeram as delícias das caritas atentas.

Lembram-se do "País das crianças Felizes"?! E do "Reino dos Sorrisos"?! E daquele "Menino mal comportado!"?! Ah!, também se lembram, com certeza, de "Duas mãos cheias de tesouros" e ainda da "Quinta do tio Timóteo". E do "Meu amigo Miró!" e aquela do "Vamos fazer de conta!".

Aqui fica o meu grande agradecimento aos meninos e meninas que me ouviram e às professoras e educadoras que permitiram estas visitas. Deixo-vos umas imagens de alguns momentos felizes, não todos porque não os posso colocar aqui. Os melhores momentos ficam cá dentro e dentro de cada um! Dentro de cada um de nós! Para nos irem preenchendo…

E … até sempre! Sempre que o sonho permitir! E ele vai permitir!

Profª Adelaide Ferreira


quinta-feira, 4 de julho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Concurso na ABAE - Eco escolas

A nossa Escola participou no concurso na ABAE.

Eis o nosso Cartaz a concurso...
As frases são do 5ºA e B e 8ºC, o design é do Professor Carlos Sousa.
Parabéns!!!


sábado, 22 de junho de 2013

Canguru Matemático e Olimpíadas da Matemática 1º ciclo - AGEILHAVO laureado com vários prémios

Resultado de muito empenho e esforço o nosso agrupamento recebe vários prémios nas provas do Canguru Matemático e Olimpiadas da Matemática |olimpíadas Matemática 1º ciclo  foram no dia 22 de Maio e participaram 3 escola ( Vale ílhavo , Srª Pranto e Coutada)|.

Eis os nossos premiados: ver galeria .


Agradecemos desde já o empenho dos professores do primeiro ciclo e da professora de Luísa Saraiva que coordenou a nossa participação.


Somos uns sortudos! 
Sentimo-nos “sortudos” por o Agrupamento de Escolas onde estamos a “crescer” nos oferecer tantas oportunidades de aderirmos a novos desafios. Desta vez foi o Concurso “Canguru Matemático sem Fronteiras”, que além de nos dar muito prazer participar, nos deu a oportunidade de pormos em prática o que temos aprendido e nos desafiarmos a nós próprios! Ficámos muito orgulhosos com os nossos resultados a nível nacional, não só da nossa turma e escola, mas também de todas as outras escolas do nosso Agrupamento que assim como nós, brilharam. Parabéns a todos nós e àqueles que nos convidaram a participar!

Centro Escolar Nossa Senhora do Pranto
 2º ano Turma F4

terça-feira, 11 de junho de 2013

Educação especial - Plano Individual de Transição



Os alunos de Educação Especial, com Currículo Específico Individual do 7º C foram realizar uma visita ao Cabeleireiro Éden. Esta visita teve como objetivo observar a colega Inês em atividades que fazem parte do seu Plano Individual de Transição.

A deslocação foi feita a pé, num percurso que permitiu aprofundar o conhecimento das nossas ruas e ruelas, becos e identificar cabeleireiros que apareciam no trajeto.

Visita de estudo ao Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga






"No dia 4 de junho, os alunos de Educação Especial, com Currículo Específico Individual realizaram uma visita de estudo ao Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga. A viagem foi efetuada de comboio - o “Vouguinha” - e decorreu com muita alegria, curiosidade e entusiasmo! Depois da visita ao Museu todos almoçaram num restaurante da zona em clima de descontração e convívio.


No regresso todos estavam cansados mas muito felizes!"



sexta-feira, 7 de junho de 2013

Os animais merecem toda a nossa admiração e respeito....

Os animais merecem toda a nossa admiração e respeito....


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Visita à Biblioteca Municipal | exposição "Trinta por uma Linha" e atelier de escrita criativa "Reinventando Animais


"Esta semana, a camara municipal de Ílhavo comemorou a semana do ambiente, como tal, a EBJFPB foi convidada a participar. No dia 4, as turmas, A, B e C do 5º ano deslocaram-se à biblioteca Municipal para ver a exposição "Trinta por uma Linha" e realizar um atelier de escrita criativa "Reinventando Animais". A deslocação foi feita a pé, num percurso que permitiu aprofundar o conhecimento das nossas ruas e ruelas, becos e largos, valorizando mais o meio ambiente e dispensando os transportes.


O dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente foi também comemorado, tendo sido realizado um mural na sala de alunos, onde todos puderam deixar o seu "pensamento verde".

...Prof. Carla Andril...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Idosos e Escola de Mãos dadas...



Uma nova "turma" com alunos muito especiais chegou à escola no dia 23 de Maio para um trabalho não muito comum mas que se revelou essencial e maravilhoso.
Cerca de 20 idosos, visitaram a EBJFPB no âmbito da disciplina de EMRC, dando continuidade aos projectos já realizados |Visita dos 5 e 6 anos ao Lar (Missão Jubilar); Comemoração do 100º Aniversário da D. Alzira (EMRC / CPCJ); II Sessão - Parlamento Jovem para Pais e Exposição Rostos de Vida | deste modo a visita à escola foi acolhida por uma turma de alunos muito dedicados. O 7A esmerou-se na liçãoque tinha para dar... primeiro fomos uma espécie de padrinhos, cada aluno foi padrinho / tutor de um dos idosos.    Partilharam saberes, histórias e....sorrisos abraços e algumas lágrimas também.

Após uma passagem pelo lago da escola espaço mais calmo no momento do intervalo dirigimo-nos ao átrio da entrada onde está a instalação/exposição Rostos da escola; a Escola uma grande família: aqui todos os alunos estão representados numa fotografia de rosto moldurados num painel e serpenteados por dezenas de moinhos de vento inscritos com palavras dedicadas aos valores e à família.

foi o primeiro conhecimento entre a turma da escola e esta turma especial... apadrinhados seguimos de mãos dadas, lado a lado, ou servindo de guia à cadeira de rodas rumo à Biblioteca.

Foi um dos momento mais belos, deixem-me partilhar, este espaço onde os mais novos, conhecedores do espaço e dos livros... pescaram ora numa prateleira ora noutra... um livro para ler, mostrar, contar ...conversar com o seus "afilhados" mais idosos que nos visitavam... foram 40 minutos em que todos se deliciaram, partilharam vidas e histórias com simplicidade e muito interesse...

Como professor senti-me um verdadeiro artífice de um sonho tornado real na construção de uma escola envolvida pela comunidade onde todos, motivados pela Vida, se entregam na construção de um projecto comum. A escola não é um apêndice da sociedade, que vive à sua margem ... mas que partilha com ela e dando e recebendo.

Seguimos depois ao auditório onde podemos apreciar a exposição Rostos de Vida, onde cerca de 30 fotografias de rostos (rostos do Lar, rostos de Vida, rostos enrugados pelo tempo que testemunham o mundo partilhado que herdamos na primeira pessoa). Mais uma vez o sorriso espelhado naquela turma especial que agora se via frente a frente com os seus próprios retratos e se revia no tempo.
Brincámos e cantámos juntos e partimos à descoberta da escola, passámos pela sala de alunos, e passeamos ao sol pelo espaço exterior onde mapas decoram o chão, jardins e campos desportivos acondicionam a garra e a energia de tantos no fulgor da bola.

O encontro terminou com grandes abraços numa cumplicidade que se conquistou e numa promessa que nós mais novos não queremos esquecer aqueles que construíram o nosso mundo, e que agora, por vezes cansados, sós, tristes, precisam do nosso apoio, do nosso sorriso, do nosso abraço.

Bem Haja!!! Obrigado pela Visita. Os nossos alunos não irão esquecer estes noventa minutos, únicos, especiais, cheios de ternura e de atenção.

EBJFPB | O professor de EMRC
Filipe Tavares

Fungos e Cogumelos - EBJFPB



No dia 22 de maio comemorou-se o dia da biodiversidade, para festejar a câmara municipal de Ílhavo, numa parceria com a Ria Gardem e o EcoEscolas, proporcionou à turma do 8ºA da EBJFPB, uma pequena palestra sobre fungos, mais específicamente sobre os cogumelos. Os alunos puderam aprender mais sobre esta espécie, nomeadamente os que são ou não comestíveis e caraterísticas/curiosidades do seu crescimento. Para terminar realizou-se uma parte prática com a elaboração de uma pequena estufa, numa garrafa de plástico. Os alunos aguardam ansiosamente o crescimento dos cogumelos.


terça-feira, 21 de maio de 2013

II Sessão Parlamento Jovem - Serão aberto ao Pais - 21h



A II sessão do Parlamento Jovem, esta aberta aos pais, realizou-se no dia 17 de Maio às 21h no auditório da EBJFPBI. Esta sessão contou com a presença dos dois grupos de alunos que tinham participado já na primeira sessão das turmas do 8 e 9 anos.

Esta sessão contou ainda com uma animação musical a dois tempos; um, abrindo os trabalhos, emoldurando a exposição de Rostos e aconchegando a sala com a presença de dois alunos da nossa escola que tocaram guitarra clássica e a presença de um Encarregado de Educação que nos brindou com três peças para violino. O segundo momento, a concluir os trabalhos, com três ex alunos e o Pedro que nos brindaram com 4 temas recolhidos a pensar nesta temática abordando por exemplo a questão da busca da felicidade retratada na música Aprender a ser feliz - dos Polo Norte. 


Esta sessão abriu oficialmente a Exposição de rostos com vida... evocando todos aqueles que já muito viveram, que prepararam o nosso mundo para nós... e agora, mais limitados, apreciam num abraço o dom do aconchego na mãos da 'Família' que os acolhem.

A Disciplina de EMRC enquadrou esta exposição com a visita ao Lar de S. José, participação e animação do 100º aniversário da Da. Alzira e a preparação de duas instalações artísticas, uma com o rosto de todos os alunos da escola, a nossa família da escola... e outra de moínhos de vento com mensagens evocativas sobre a Família.


O encontro terminou com um momento de convívio na sala de alunos com mesa posta para um chá e bolinhos, compartilhados de diálogos e felicitações, pois a intervenção dos nossos oradores, os nossos alunos, foi meritória, alcançando grande profundidade nas questões que iam sendo sendo levantadas.

sábado, 18 de maio de 2013

EXAMESTESTES INTERMÉDIOS DE PORTUGUÊS – 9º ANO

Conhecidos os resultados dos testes intermédios de Português de 2013, verifica-se que a média
nacional se ficou pelos 49% e que a média obtida pelos alunos da EBJFPB foi de 53,4%, o que
reflete o bom trabalho desta comunidade educativa, sobretudo dos alunos e professores.
Continuando este caminho, procuraremos alcançar ou superar os resultados obtidos nos
exames nacionais do ano letivo anterior (1º lugar a nível concelhio e 10º lugar a nível distrital -
ranking nacional de exames). Parabéns a todos os envolvidos!

um abraço celebrando o dom da Vida e a amizade, by BlackBerry

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Cumplicidades


Enquadrado na Temática da Família preparando a Sessão Parlamento Jovem e aconchegando a Exposição de Rostos ... reproduzimos aqui o texto de
Albertina Vaz
Vamos chapinhar num charco de água
Uma poça de água no chão espelha as pontas esguias das árvores onde as folhas começam a rebentar. Há flores por toda a planície e sabe bem pressentir o renascimento que se aproxima. Quem dera que o sol apareça! Faz-nos falta sorrir ou fazer sorrir uma criança…
Anda, vem comigo, anda daí: vamos chapinhar num charco de água e rir quando nos molharmos e os pingos da lama nos sujarem o vestido que já não vestíamos desde o ano passado. Está frio, eu sei! Mas vamos lá, saborear a água, como quando eu era menina e saía de casa a correr – porque eu podia correr na rua, sabes – e vamos sujar os sapatos e pegar na lama e pintar a cara e fazer asneiras… Só hoje que a mãe não vê!
Anda, vem daí: vamos correr pela praia e atirar areia ao ar e sentir o cheiro a maresia e os pingos das ondas que rodopiam no mar. Vamos senti-las e lamber os braços que sabem a sal e correr, correr – espera por mim, que me dói… eu vou já! Espera aí! Que bom sentir a tua mão na minha e a outra a limpar-me o sal da água e os salpicos das ondas.
Vamos construir um castelo de areia
Vamos construir um castelo de areia: vamos fazer um grande monte e depois dar forma às ameias e fazer um fosso a toda a volta – eu sei, eu sei – uma ponte para a princesa sair ou para o príncipe entrar. Sim, vamos pôr uma bandeira lá na torre mais alta: isso, traz esse pauzito da duna e vamos fazer um desenho neste lenço. Que lindo: esvoaça com o vento. Vamos apanhar conchinhas e fazer uma muralha de rendas à volta das janelas. Olha a bandeira, parece uma nuvem branquinha a descer, a descer e a desfalecer-se lá longe no horizonte, perto do mar…
Deitarmo-nos na areia húmida? Mas depois ficamos todas ensopadas… Vamos lá, tens razão: vamos fazer tudo o que é proibido, hoje! Que lindo o céu – está cheio de nuvens! A correrem dum lado para o outro: aquela parece que sopra nas outras todas. O quê? Achas que sim? Estarão mesmo a brincar às escondidas? És capaz de ter razão…Aquela é um urso? Será? Dizes que vai a correr atrás da menina? Mas eu não vejo menina nenhuma… pois é, já não vejo muito bem! Gosto que vejas por mim: ensinas-me o que eu já não consigo ver.
E se nos fossemos rebolar pelas
dunas de areia?
E se nos fossemos rebolar pelas dunas de areia, aquelas ali que não têm picos? Que me dizes? Mas depois ficamos todas sujas, estamos molhadas e … deve ser bom, deve! Vamos lá! Espera, olha o que aqui encontrei… Sabes o que isto é? Um ninho com ovinhos tão pequeninos. Não lhes mexas: a mãe deles pode não gostar! Qualquer dia voltamos cá para ver os passarinhos a abrir os biquinhos e a pedir de comer. São tão lindos: nunca viste um ninho de passarinhos? Está combinado, noutro dia temos de vir cá à procura deles. Vamos lá ver se eles se deixam mostrar.
Vamos molhar os pés? Com meias e tudo? Vamos lá, anda daí! Vamos procurar nas rochas das escarpas aqueles peixinhos pequenos que se escondem quando aparecemos e até talvez, se metermos bem a mão por baixo… espera aí – é um polvo! Está a agarrar-me os dedos o malandro. E tu ris-te? Deixa-o ir pela maré acima em direcção ao mar. Dantes, sabes, era fácil encontrar mexilhões, berbigões e outros bichinhos de casca. Às vezes vinha cá com a tua mãe e apanhávamos uma quantidade deles para abrirmos ao lume e comermos quentinhos ainda a saber á agua do mar.
Estás com fome? Fome de quê? Um leitinho? Ou um pão com manteiga?

Se eu quero comer um gelado? Eu querer, queria mas achas que não nos faz mal? É que
Se eu quero comer um gelado?

ainda está muito frio e podemos ficar doentes. Esquece, vamos lá comer um gelado e até podemos andar naquele cavalinho que sobe e desce e desce e sobe como se nunca quisesse parar. Depois fazemos uma história de cavalos a correr no deserto e de pessoas felizes a saltar com eles e de ursinhos e patos… os patos não andam atrás dos ursos? Isso é o que tu pensas…Eu já vi um pato a debicar no pé de um urso. Não era um Panda não, era um urso vulgar: olha, podes crer! Enganei-te: foi no circo!
Claro que não podemos brincar assim todos os dias mas depois tomamos um banho, vestimos uma roupa florida, aquecemo-nos na lareira e tomamos um chocolate quentinho. As duas, sim! E quando nos perguntarem porque estamos a rir rimos ainda mais e não contamos nada a ninguém. É um segredo – dizemos. Nosso, só nosso e eles vão ficar roídos de inveja de nós porque já não sabem o que é rir. Depois vão dizer-me que sou pior do que tu, que faço asneiras, que te levo a fazer asneiras e nós, e nós – vamos rir ainda mais!
Em seguida fazemos um prato grande de pipocas, sentamo-nos muito quietinhas, eu vou buscar aquela manta quentinha para aquecermos os pés, e vamos ler aquela história que já não vimos há muito tempo. Sim, pode ser essa! A que tu quiseres: o mais importante é que vamos ler juntas!
Fomos apenas ver o mar!
E eles vão dizer: já andaram a fazer asneira! E nós, com o ar mais pacífico deste mundo, vamos responder: nem pensar! Fomos apenas ver o mar!
É que eles não sabem que nós sabemos que há coisas boas que não se podem fazer mas que, em dias especiais, fazem despertar em nós aquela cumplicidade que só existe quando se cultiva e só floresce quando se alimenta.