Recortes de Jornal - Descobrir o mundo que nos rodeia, sentir as pessoas que nos envolvem, construir o sonho que faz crescer sorrisos, alimenta o espírito e a sabedoria empreendedora! - Prof. Filipe Tavares
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Um unicórnio… dá para acreditar?
Um unicórnio… dá para acreditar?
Foi descoberto um unicórnio! Não, não é um cavalo com um corno mas é sim um peixe! Este é o nome que se dá a um peixe que vive nas águas quentes do oceano Indico e do Pacífico. Este peixe defende-se dos predadores usando o corno na testa que lhe dá o nome e dois espigões que tem junto à cauda. Quem acha-se verdadeiramente corajoso para se meter com ele?
Por Sofia Teixeira Vaz
domingo, 13 de novembro de 2011
Ler por prazer, eu recomendo...
Resumidamente, é dar a conhecer um livro que se tenha lido. Descrever as emoções, as aventuras, os lugares, as terras, os mares e os oceanos percorridos na imaginação e pensamento.
Vamos dar as boas vindas à Beatriz que vai iniciar, com muito prazer, este espaço de "Ler por prazer!" Com duas sugestões...
Este é um dos livros que recomendo, porque para além de ser interessante, aprendemos bastante acerca da cultura chinesa, entre outras.
Gostei particularmente do tipo de escrita de Maria Ondina Braga, autora deste livro, pois caracteriza os acontecimentos de tal maneira que até parece que entramos nessa mesma história!
Sem dúvida alguma este livro passou a ser um dos meus favoritos!
Este livro passa-se em Paris, e não só, na qual nos conta a história da vida de uma rapariga de nome Lissete Decourt. Depois da morte da sua avó em Lyon, é obrigada a ir viver com seu pai, que entretanto voltou a casar, no seu castelo em Paris. Foi então que conheceu Philippe, com quem mais tarde se tornou noiva. Na véspera do seu casamento, descobriu que este a andava a trair com a madrasta.
É então que Lissete foge de casa. Apesar de ter jurado nunca mais se apaixonar, conhece Daniel Shaw e fica imediatamente fascinada pelo inglês e pelo seu espectáculo de "lanterna mágica", a arte precursora do cinema. Infelizmente o destino obrigou-os a separá-los.
O livro tem um final surpreendente, e quem o começar a ler, aviso já, que só o vai conseguir pousar quando chegar à última página!
É claro que recomendo!
Beatriz M. Fernandes, 9ºC
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O Diário de Anne Frank
... Daí, este diário. A fim de destacar na minha imaginação a figura da amiga por quem esperei tanto tempo, não vou anotar aqui uma série de fatos banais, como faz a maioria. Quero que este diário seja minha amiga e vou chamar esta amiga de Kitty. Mas se eu começasse a escrever a Kitty, assim sem mais nem menos, ninguém entenderia nada. Por isso, mesmo contra minha vontade, vou começar fazendo um breve resumo do que foi minha vida até agora."
Sábado, 20 de junho de 1942.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
A um Passo do Abismo
... Este livro '' A um Passo do Abismo'' retrata uma historia de uma adolescente fascinada desde muito cedo pelo mundo da música que sempre soube o queria para a vida. Mas não contava que a realização do seu sonho se fizesse acompanhar de um pesadelo longo e doloroso. Aos treze anos de idade e já inserida no meio artístico, exigente com a imagem, a pressão culminou com o aparecimento de uma anorexia a que se seguiria um processo de bulimia. Emagrecer nunca era demais. Ser magra significava beleza, aceitação e controlo sobre a própria vida. O relacionamento secreto com a alimentação e o corpo fez obscurecer todos os outros aspectos da sua vida, crivando-a de obsessões, vergonha e medo. Em A Um Passo do Abismo Mónica Sintra dá voz a um testemunho da sua luta contra uma doença que consome as suas vítimas em silêncio. Uma confissão sincera que pretende servir de ajuda a tantas e tantas pessoas que continuam a sofrer, longe dos pais, irmãos, amigos, namorados e maridos… Uma experiência pessoal carregada de informação sobre a prevenção e tratamento dos distúrbios alimentares e que propõe uma saída para as pessoas que dela sofrem.Um grito de alerta mas sobretudo uma mensagem de esperança sobre um problema que afecta solitariamente um cada vez maior número de pessoas.
... Recomendo a todas as pessoas que o leiam pois pode salvar muitas pessoas desta ''luta contra a fome''!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Acreditar Sempre!
Mas à medida que a vida passa, esses sonhos vão para as prateleiras da vida.
Depois para a área de serviço, até chegar ao sótão e ser, então, esquecidos.
E os sonhos acabam se tornando vestígios de uma época em que a pessoa acreditava no mundo e em sua capacidade de realização.
Enquanto os perdedores se acomodam e pensam que um sonho é muito para eles, os campeões se perguntam o que precisam fazer para realizá-lo.
Nunca pense que uma meta não foi feita para você, mas sim nas virtudes que precisa desenvolver para conseguir atingi-la.Seus sonhos mantêm aceso o fogo sagrado em seu coração.
Eles são a seiva da vida.
Nós envelhecemos não porque o tempo passa, mas principalmente porque abandonamos nossos sonhos.
Pessoas de idade avançada, mas com grandes ambições, carregam nos olhos o brilho da juventude, pois suas metas continuam alimentando sua alma.
É triste olhar para alguém com 40 ou 50 anos e observar que está vivendo a espera da morte.
É frustrante ver adolescentes precocemente envelhecidos, pois em seus corações já não carregam mais sonhos.
Para essas pessoas viver é simplesmente completar o dia, completar o mês, completar o ano.
E é triste constatar que nosso povo está deixando de sonhar.
A maioria procura completar o dia.
Não se permite imaginar algo além do que está vivendo.
Nunca, nunca, nunca desista!
Texto retirado do livro "O Sucesso é ser Feliz"
terça-feira, 9 de outubro de 2007
O mapa do tesouro

"Não gostamos de que nos digam o que devemos fazer. Preferimos que os outros se metam apenas na sua vida e que não nos dêem conselhos. Vamos pelo nosso caminho, muito direitos e com o nariz no ar, respirando os ventos de uma liberdade que nos livrou de séculos de pó e bafio, que libertou de rótulos e grilhetas os nossos actos, tornando-os bons pelo simples facto de serem nossos.
A moral, que indicava regras de comportamento, passou de moda. Os amigos – por serem agora pessoas a quem não admitimos intromissões no sentido que damos aos nossos passos – passaram a ser apenas aqueles que circunstancialmente nos acompanham na paródia: paisagem fugidia de uma viagem alucinante.
Passámos, quase todos, a viver em cidades enormes, onde se tornou muito fácil proteger a nossa liberdade de olhares alheios. Ninguém nos conhece, ninguém tem tempo para se desviar por nossa causa, todos andam igualmente ocupados com o seu direito à liberdade.
A moral indicava quais os comportamentos que eram bons e quais os que se deviam evitar. E para que servia isso? Não era para nos encher de sombras e culpas: uma coisa assim não teria alcançado a importância que a moral alcançou, porque sempre apreciámos a alegria. Não era para nos tolher a liberdade, pois sempre a amámos; sempre por ela os homens morreram, como a História mostra fartamente.
Actos bons e maus... para quê? Para a felicidade. Acreditava-se - e muitos ainda hoje acreditam... - que a felicidade que é possível ter enquanto se passa por este planeta tem uma relação íntima com os comportamentos. Comportamentos correctos - de acordo com a nossa natureza humana - resultam em olhos limpos, em alegria na alma. Mas era preciso identificar o correcto entre uma multidão de possibilidades, de apetites, de ideias, de sentimentos, de opiniões.
A moral era, assim, uma arte de viver, um mapa do tesouro, um caminho seguro por entre escolhos. Resultava de séculos e séculos de experiência. Sabia-se que proceder de certa forma conduzia a determinados resultados. Que atrás de certas portas de bela aparência se escondiam abismos tenebrosos de onde dificilmente se regressava. Havia a experiência de que os melhores caminhos eram aqueles que subiam quase sempre, muitas vezes por entre espinhos que arrancavam pedaços da carne.
Não gostamos de que nos digam o que devemos fazer... a não ser que estejamos perdidos, ou desorientados, e queiramos muito chegar a um certo lugar. Agradecemos que alguém tenha colocado na estrada uma placa que indique o caminho a seguir até onde queremos chegar. A moral servia para isso. As pessoas perguntavam: "Que devo fazer nesta situação? Será bom fazer isto que agora me apetece?". Perguntavam como quem pergunta o caminho para certo lugar. Queriam ser felizes.
E eram livres, sim. Homem livre é aquele que quer ir a um lugar e procura o caminho, e vai mesmo que encontre obstáculos e dificuldades.
A tristeza é um sinal evidente de que andamos perdidos. Não a tristeza passageira que, sem o podermos evitar, nos enche os olhos de lágrimas, mas a outra: a desilusão crónica, o descontentamento permanente; a falta de sentido profundo para os êxitos e para os fracassos, para as dores e para o bem-estar, para as coisas pequenas e para as grandes.
Costumas ver - pela rua, em casa, no trabalho - muitas pessoas a transbordar felicidade?
Qualquer que tenha sido o trajecto percorrido, chegámos a um estado no qual se pretendeu desvincular a felicidade do comportamento. A felicidade foi associada, em vez disso, a ter coisas, a ter comodidade, a ter prazer. O que se conseguiu com isso foi esta multidão feita de pessoas tristes, apesar do altivo aspecto exterior. E uma vida superficialmente mais fácil, mas dolorosamente amarga no interior do coração: tantos suicídios, tanta droga, tanta necessidade de barulho e de agitação, tantas pessoas incapazes de estarem a sós consigo mesmas...
Ainda dizemos aos nossos filhos "Não faças isso", mas já o dizemos sem convicção, visto não admitirmos que alguém nos diga isso a nós. Cada vez mais o dizemos apenas para evitar que façam coisas que nos incomodem, e não para que venham a ser felizes..."
Paulo Geraldo
quinta-feira, 21 de junho de 2007
«O tio Alberto e o mundo dos quanta»
O enigma do quantum
O tio Alberto propõe à sua sobrinha que um liquido que ele tem num frasquinho mágico, que irá fazer com que ela diminua o tamanho para poder observar o mundo minúsculo dos quarks.
Ela como confiava no sue tio e também está sempre pronto para aventuras e para descoberta.
Passado um tempo…
Gedanken parte em exploração de um mundo maravilhoso de luz e matéria onde nada é o que parece.
“Os maravilhosos livros do tio Alberto tomarão a física quântica e a relatividade divertidas para muitas crianças.”
Realizado por:
Vasco e Ana Ferreira