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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Viver em Portugal, um prazer!

É preciso vir um estrangeiro, dizer bem do meu país.
Já tinha saudades de ouvir dizer bem de Portugal.
Dez coisas que melhoraram em Portugal nos últimos 15 anos
Alexander Ellis,
Embaixador Britânico

Chegou a época do espírito natalício. Então, deixemos de lado quaisquer miserabilismos e concentremo-nos nas coisas boas - não como escape mas como realidade. Vivi em Portugal há quinze anos. Agora, de volta, quero sugerir dez coisas, entre muitas outras, que melhoraram em Portugal desde a minha primeira estadia. Não incluo aqui coisas que já eram, e ainda são, fantásticas (desde a forma como acolhem os estrangeiros até à pastelaria).
Aqui ficam algumas sugestões de melhorias:

- Mortalidade nas estradas; as estatísticas não mentem - o número de pessoas que morre em acidentes rodoviários é muito menor, cerca de 2000 em 1993 e de 776 em 2008. A experiência de conduzir na marginal é agora de prazer, não de terror. O tempo do Fiat Uno a 180km/h colado a nós nas auto-estradas está a passar.

- O vinho; já era bom, mas agora a variedade e a inovação são notáveis, com muito mais oferta e experiências agradáveis. Também se pode dizer a mesma coisa sobre o azeite e outros produtos tradicionais.

- O mar; Lisboa, em 1994, era uma cidade virada de costas para o mar; poucos restaurantes ou bares com vista, e pouca gente no mar. Hoje, vemos esplanadas e surfistas em toda a parte. Muita gente a aproveitar melhor um dos recursos naturais mais importantes do país.

- A zona da Expo; era horrível em 1994, cheia de poluição, com as antigas instalações petrolíferas. Agora é uma zona urbana belíssima, com museus e um Oceanário entre os melhores que há no Mundo.

- A saúde; muitas das minhas colegas têm feito esta sugestão - a qualidade do tratamento é muito melhor hoje em dia, apesar das dificuldades financeiras, etc. A prova está no aumento da esperança de vida, de cerca de 74 em 1993 para 78 anos em 2008.

- Os parques naturais; viajei muito este ano do Gerês a Monserrate http://www.parquesdesintra.pt/index.aspx?p=parksIndex&MenuId=9&Menu0Id=9 ; tudo mais limpo, melhor sinalizado, mais agradável. O pequeno jardim está, de facto, mais bem cuidado.

- O cheiro. Sendo por natureza liberal nos costumes sociais, não fui grande fã da proibição de fumar - mas, confesso, a experiência de estar num bar ou num restaurante em Portugal é hoje mais agradável com a ausência de tabagismo. E a minha roupa cheira menos mal no dia seguinte.

- A inovação; talvez seja fruto da minha ignorância do país em 1994, mas fico de boca aberta quando visito algumas das empresas que estão a investir no Reino Unido http://ukinportugal.fco.gov.uk/en/doing-business/; altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e - o mais importante de tudo – não há medo. Acreditam que estão entre os melhores do mundo, e vão ao meu país, entre outros, para prová-lo.

- O metro de Lisboa. É limpo, rápido, acessível e tem estações bonitas.

- As cores; Portugal tem e sempre teve cores naturais bonitas. Mas a minha memória de 1994 era o aspecto visual bastante cinzento das cidades, desde a roupa até aos carros. Hoje há mais alegria - recordo um português que medisse, talvez com tristeza, que o país estava a tornar-se mais tropical.
Em termos de imagem, parece-me um elogio!

Esta é a minha lista. E a sua?
Alexander Ellis,

sexta-feira, 3 de julho de 2009

A história das Coisas



UM FILME EDUCATIVO,
UM ALERTA CONSCIENTE....
VÊ COM OLHOS CRITICOS...
AFINAL...POSSO FAZER ALGUMA COISA PARA MUDAR O ESTADO DAS COISAS:
TOMAR CONSCIÊNCIA DO QUE SE PASSA...
E AGIR CONSCIENTEMENTE E NÃO POR ARRASTO...
SER LIVRE POR MIM
E NÃO ESCRAVO DE QUEM ME QUER VENDER A LIBERDADE...
PENSAR E AGIR CONSCIENTE E CRITICAMENTE...




A história das coisas

terça-feira, 2 de junho de 2009

Holanda, uma Vila sem Estradas!

Sim, é possível viver sem estradas... e com muita qualidade de Vida!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Aquecimento global


Aquecimento global refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que se tem verificado nas décadas mais recentes e à possibilidade da sua continuação durante o corrente século. O fenômeno se manifesta como um problema na temperatura sobre as áreas populadas do Hemisfério Norte, entre Círculo Polar Ártico e Trópico de Câncer. O clima marítimo do Hemisfério Sul é mais estável; embora o aumento do nível médio do mar também o atinge. O clima marítimo depende da temperatura dos oceanos nos Trópicos; e este está em equilíbrio com a velocidade de evaporação da água, com a radiação solar que atinge a Terra e o Efeito Estufa (Albedo).
O Homem e a Biosfera

O homem, como ser vivo, faz parte da biosfera, modificando-a positiva ou negativamente.
Os seres vivos dependem uns dos outros e mantêm relações específicas com o
meio ambiente. Com exceção do homem, que consegue se fixar e viver em quase todos os lugares do planeta, devido ao alto grau de adaptabilidade que lhe é natural, cada ser vivo tem um ambiente em que se adapta melhor e que, sendo modificado, pode afetar o ecossistema. Por isso, o homem tem uma responsabilidade acrescida na saúde da biosfera.
Neste sentido, a
UNESCO lançou, em 1971, o programa internacional "O Homem e a Biosfera" para incentivar a cooperação entre os países no sentido de conhecer e encontrar formas de evitar a degradação da biosfera.
A África
A África é o segundo continente mais populoso da Terra atrás da Ásia e o terceiro continente mais extenso atrás da Ásia e das Américas.
Tem cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do
planeta e mais de 900 milhões de habitantes em 53 países, representando cerca de um sétimo da população do mundo.
A Poluição

Por poluição entende-se a introdução pelo homem, directa ou indirectamente de substancias ou energia no ambiente, provocando um efeito negativo no seu equilíbrio, causando assim danos na saúde humana, nos seres vivos e no ecossistema ai presente.[1]
Os agentes de poluição, normalmente designados por poluentes, podem ser de natureza química, genética, ou sob a forma de energia, como nos casos de luz, calor ou radiação.
Mesmo produtos relativamente benignos da actividade humana podem ser considerados poluentes, se eles precipitarem efeitos negativos posteriormente. Os
NOx (óxidos de azoto) produzidos pela indústria, por exemplo, são frequentemente citados como poluidores, embora a própria substância libertada, por si só não seja prejudicial. São classificados como poluentes pois com a acção dos raios solares e a humidade da atmosfera, esses compostos dão origem a poluentes como o HNO ou o smog.
Pesquisa de Vanda 5g

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Muda uma lâmpada e muda o mundo!

Vê este vídeo do National Geographic, chamado "Esta lâmpada":



(Faz um filme da mudança e participa no concurso Filmes com Energia: Luzes, Câmara, Telemóveis em Acção!

"Portugal e o Planeta Terra precisam de ti! Cria um filme com menos de 2 minutos e apoia a causa da Energia. Faz parte da "geração verde"! ")


Faz parte da "geração verde"!
Junta-te ao movimento da poupança de energia! Contribui para a alteração de
comportamentos e atitudes!