Recortes de Jornal - Descobrir o mundo que nos rodeia, sentir as pessoas que nos envolvem, construir o sonho que faz crescer sorrisos, alimenta o espírito e a sabedoria empreendedora! - Prof. Filipe Tavares
quarta-feira, 24 de abril de 2013
25 Abril na EBJFPB
Numa pequena comemoração, alguns alunos do 2º Ciclo ofereceram ao pessoal docente e não docente cravos e marcadores com frases alusivas ao 25 de Abril de 1974, elaborados nas aulas de História e Geografia de Portugal.
Prof. Paula Duarte
terça-feira, 14 de junho de 2011
Bandeiras - Concurso de Bandeiras da Europa
segunda-feira, 23 de maio de 2011
25 de Abril - Evocar para recordar, recordar para Viver!!!
Na sequência de uma recolha de testemunhos sobre o dia 25 de Abril de 1974 junto de pessoas que viveram este dia, os alunos do 6º A elaboraram, em trabalho de pares, um texto subordinado ao tema “25 de Abril, Passado e Presente”, socorrendo-se igualmente do que aprenderam nas aulas sobre a temática e do que recolheram de outras pesquisas feitas.
Após produção do texto, cada par apresentou o seu trabalho e, em selecção colectiva por meio de votação, a turma escolheu o texto de dois colegas para enviar para o jornal. Nele é espelhado o que sabem e o que sentem.
Profª Adelaide Ferreira
Quem não sabe o que é o 25 de Abril? Certamente todos sabem que é feriado! E que é um dia importante! Mas sabem o que aconteceu ao certo?
Antes do 25 de Abril de 1974, Portugal vivia numa Ditadura, que fora liderada por um ex-professor universitário e ministro das Finanças, António de Oliveira Salazar e, depois, Marcello Caetano.
Nesse regime, as pessoas não podiam ter ideias contrárias às do governo, não podiam falar à vontade pois o governo controlava tudo.
Por essas razões, no ano de 1973 foi criado o MFA (Movimento das Forças Armadas). Cansados de uma Guerra Colonial devastadora, soldados da Marinha, da Força Aérea e do Exército uniram-se, com o objectivo de deitar abaixo a Ditadura.
Ainda no dia 24 de Abril de 1974, foi passada na rádio a primeira senha que daria início a uma revolução, a música “E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, música que ganhara o Festival da Canção. Já na madrugada do dia 25 de Abril, foi passada na rádio a segunda senha, a música de Zeca Afonso, “Grândola Vila Morena”, música esta que serviu para os militares saírem à rua.
Os militares decidiram tomar alguns pontos estratégicos: os principais quartéis de Lisboa, os centros transmissores da Rádio e da Televisão e os aeroportos. Fizeram ainda passar a mensagem de que todos deveriam permanecer em casa. Mas a maioria das pessoas veio para a rua.
Depois dos pontos estratégicos terem sido tomados, os soldados entraram no quartel do Carmo e Marcello Caetano, que aí se refugiara, rendeu-se.
Apesar de tudo, esta revolução foi pacífica e houve um número reduzido de feridos e de mortos.
As pessoas passaram, a partir desse dia, a ter Liberdade de Expressão, os presos políticos foram libertados e passaram a existir Eleições Livres.
Foi assim que se deu o 25 de Abril e é graças a este dia que Hoje somos Livres!
Esperamos que tenham aprendido algo com este pequeno trabalho.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
9 anos Visitam Lisboa e redescobrem o Templo Hindu, Museu da República e Museu Berardo
Se a chuva parecia ser desagradável à saída, de facto não o foi, S. Pedro atendeu os nossos pedidos e não precisamos de guarda-chuva.
Por terras da capital, o Templo Hindu http://www.comunidadehindu.org/ marcou o início de uma visita cheia de mistérios e descobertas. Em sinal de respeito, todos se descalçaram para entrar naquele espaço sagrado. Sentimos a beleza e o convite à interioridade que a trindade Hinduista, neste templo tão bem ilustrada, nas figuras e imagens que se nos apresentam. uma breve apresentação do modo de vida hindu culminou esta visita que foi para todos muito enriquecedora.
Com um pouco de atraso, que as filas de trânsito nos provocaram, alcançámos o Museu da Républica onde vislumbramos uma história de "Encontros de Estados" onde o "Passaporte" tem uma importância singular. Viajámos no tempo e conhecemos face a face os nossos Presidentes da República.
Durante o tempo reservado ao almoço, passeámos nos belos jardins, oferecemos algumas migalhas às gaivotas que nos saudavam ruidosamete e refrescámos o corpo com a água que o vento, teimosamente, levava dos repuchos do lago criando uma pequena nuvem humida de nevoeiro.
Ir a Belém sem provar a doçaria típica "as natinhas de Belém" quase que era sacrilégio. Assim, ainda fomos esperar na fila para comprar uma recordação e provar as quentinhas natas com açucar e canela. Hummm!!!! que boas; é melhor não abusar e deixar as outras para oferecer aos pais...
A tarde foi dedicada à arte, no Museu Berardo, três grupos formamos e partimos à descoberta: observar, criticar, avaliar, comentar.... foram alguns dos desafios que, de uma forma activa, nos deparámos. Foi Fantástico.
O belo, embora subjectivo tem sempre mais a dizer que apenas o aspecto técnico utilizado, ou as cores, ou a instalação, ou a performance... começámos por descobrir a colecção
A Culpa Não É Minha - Obras da Colecção António Cachola [ 13 Setembro 2010 | 9 Janeiro 2011 ]A Colecção António Cachola em depósito no MACE, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, desde 2007, é apresentada pela primeira vez em Lisboa. Confrontando o entendimento das diferentes linguagens e tempos através de uma selecção de uma centena de obras, o comissário, Eric Corne, procura dar a conhecer a sua perspectiva do panorama artístico contemporâneo português por via desta emblemática colecção iniciada em 1990 e que conta já com cerca de 400 obras.
Outro grupo aventurou-se na TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA - Falemos de Casas: Entre o Norte e o Sul
14 Outubro 2010 | 16 Janeiro 2011 ]A exposição “Falemos de casas: Entre o Norte e o Sul”, co-produzida entre o Museu Colecção Berardo e a Trienal de Arquitectura de Lisboa dedica-se às condições de habitação e as novas soluções encontradas mediante a especificidade de cada região do globo. Com um amplo leque de comissários, a exposição parte de duas experiências emblemáticas (o “projecto SAAL” e “A Casa do Futuro”, de Alison e Peter Smithson) para equacionar o sentido da especificidade do lugar, da herança modernista e das novas soluções para a questão do habitar. Entre a dimensão utópica da herança de 1956 (de Smithson) e de 1976 (do SAAL) e a contemporaneidade, diversas práticas arquitectónicas se constroem e se definem, se cruzam e complexificam. Nas diferentes zonas desta exposição será dada conta das especificidades dos problemas e das soluções locais que a arquitectura vai definindo, recorrendo à apresentação de projectos, ao uso de imagens documentais, a entrevistas com arquitectos, teóricos e habitantes.
Aqui fica a reportagem fotográfica...
quarta-feira, 28 de abril de 2010
quinta-feira, 23 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Visita de Estudo 5Ano - Castelo Sta Maria da Feira e Parque Biológico de Gaia.
A visita de estudo foi realizada no dia 20 de Março, deste ano.
Primeiro, fomos ao Castelo de Santa Maria da Feira e observámos as muralhas, ameias, torres e as escadas. Estas são muito estreitas, altas e em caracol, o que se torna muito difícil de subir. Quando terminei a subida, pude apreciar a paisagem.
Quando chegou a hora do almoço, fomos comer a uma zona de piqueniques junto do Parque Biológico de Gaia e quem quisesse e tivesse dinheiro poderia comprar um gelado.
Depois de comer, deslocámo-nos ao Parque Biológico e vimos aves, mamíferos, plantas, como por exemplo: águias, cavalos, carvalhos, azevinhos…
No final desta grande viagem, comprámos uma lembrança para nunca mais esquecermos esta magnífica aventura.
João Pedro Sardo5ºG
quinta-feira, 12 de março de 2009
Visita de estudo Castelo da Feira e Parque Biológico de Avintes - 5Ano
Castelo da Feira
O primeiro documento que se refere ao castelo da Feira data do século XI. Quando D. Henrique (1095-1112) recebeu as terras do Condado Portucalense (1095), estas incluíam os domínios não só deste Castelo de Santa Maria, mas também o Castelo de Guimarães, o Castelo de Faria e o Castelo de Neiva.
As terras de Santa Maria compreendiam, à época, um extenso domínio que se estendia, em grandes linhas, da orla marítima até ao curso do rio Arda e, desde o curso do rio Douro até ao sul de Ovar e de Oliveira de Azeméis.
Em 1282, D. Dinis incluiu-o entre os doze castelos assegurados como arras a sua consorte, a Rainha Santa Isabel.
Em 1128, o senhor do castelo apoiou a revolta de D. Afonso Henriques contra a sua mãe D. Teresa. O castelo foi também importante nas lutas contra os muçulmanos, contribuindo para a expansão do reino de Portugal. A parte. inferior da torre de menagem é desta época Em 1383, o castelo, cujo senhor era D. Afonso Teles, irmão de D. Leonor Teles, foi conquistado pelos adeptos do Mestre de Avis. Nessa altura, a muralha principal ficou com o formato que hoje podes ver.
Em 1448, D. Afonso V doou o castelo, já em mau estado, a Fernão Pereira (da família de Nono Alvares Pereira), o qual se comprometeu a repará-lo. Nos finais do século XV, todo o actual castelo começou a ficar com a actual configuração: reforçaram-se as muralhas, aumentou-se e embelezou-se a torre de menagem, construiu-se a nova cerca e a barbacã.
No século XVI, construiu-se um palácio que foi aumentado no século seguinte; não podes vê-lo, porque foi demolido em 1929 e do qual apenas restam algumas paredes, a escadaria e o fontanário
Em 1700, o 8º conde da Feira morreu sem deixar herdeiros; em 1772, o paço foi devorado pelas chamas; em 1755, o terramoto fez alguns estragos. No século XX, o castelo estava em estado de abandono
Durante o século XX, o castelo foi reconstruído- fizeram-se obras nas muralhas, nos adarves, nas ameias, na torre de menagem... Devido a essas obras, o castelo hoje está praticamente como era no início do século.
Parque Biológico de Gaia
Ver galeria de fotos
Primeiro centro permanente de Educação Ambiental do país, o Parque Biológico de Vila Nova de Gaia consiste numa área agro-florestal deste concelho, com 35 hectares, onde vivem em estado selvagem centenas de espécies de animais e plantas.
O objectivo do Parque Biológico é a compreensão, pelos visitantes, da paisagem da região, incluindo todos os seus componentes (flora, fauna, clima, arquitectura rural, usos e costumes, hidrografia, etc.) e do contraste entre essa paisagem agro-florestal, que se preserva no Parque, e a envolvente urbana.
O Parque é, também, uma pequena reserva natural de fauna e flora; mais de 40 espécies de aves selvagens nidificam no Parque e outras tantas visitam-no durante as migrações.
Integram ainda o Parque um centro de recuperação de animais selvagens, encontrados feridos ou detidos ilegalmente em cativeiro, e um viveiro que produz anualmente milhares de plantas, de mais de 300 espécies, destinadas ao
próprio Parque e aos espaços verdes públicos do concelho de Gaia.
O Parque Biológico estende-se pelo vale do rio Febros, um afluente da margem esquerda do Douro, em cuja proximidade se disseminam velhas casas rurais, moinhos e engenhos de buchas.
Durante séculos, quem por aqui se deteve, procedeu ao arroteio dos bosques e florestas, à construção de muros e socalcos, à abertura de minas e poços, à modelação e fixação do leito do rio Febros para a instalação de moinhos, e à substituição das espécies vegetais originais por outras com maior interesse agrícola ou florestal.
A altitude do Parque varia somente entre os 47,8 m e os 98 m e o seu relevo é em grande parte artificial, uma vez que os antigos lavradores armaram o terreno em socalcos.
Do ponto de vista climatológico, o Parque Biológico situa-se numa região de clima geral marítimo-atlântico, caracterizado por um Verão fresco e um Inverno agradável, e uma precipitação superior a 1000 mm. As brumas são frequentes, mesmo no Verão, e ar é bastante húmido todo o ano.
